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PALANUNA, TORRE RUMENUMA

 

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Rumú

Rumú dos rumenumos

Meses decorridos da confusão criada por Laponiel em todo o império trophano Gonquer encontrava-se entristecido. Desejava poder rever seu filho novamente e saber dos pormenores de suas andanças.
Depois de muito meditar no assunto decidiu tomar uma ação: varrer toda a região próxima á sua cidade á procura de seu filho. Assim, diariamente enviava experientes batedores trophanos para tentar localizá-lo.

Tornou-se ainda assim uma espera muito delongada, mas finalmente um dos batedores trouxe a informação que Gonquer tanto esperava, só que esta vinha acompanhada de mais algumas inesperadas: Laponiel fora encontrado, e fundou o que parecia ser uma cidade-estado onde era rei. A cidade fora batizada de Rumú e os habitantes chamavam-se uns aos outros de rumenumos.
Como se pode imaginar, Rumú carecia de infra-estrutura e até mesmo a morada do rei era provisória. Mas Laponiel acreditava que poderia erguer uma nação poderosa desmembrada de Trophir, assim como Trophir se desmembrou de Protar.

Ao inteirar-se do assunto Gonquer sentiu um misto de alegria e traição. O rei sabiamente convocou um pequeno exército, forte o suficiente para a missão e marchou em direção à Rumú, acampando nos arredores da cidade. Nisso Gonquer Zá-Sezano mostrou-se um competente chefe militar, pois não é sábio poder reunir apenas um pequeno exército, muito desproporcional à luta. Rumú, por sua vez, estava situada em um local de difícil acesso, só havia uma passagem segura e esta Laponiel protegeu com diversas torres (rudimentares, mas muito eficazes) postadas sobre elevações estrategicamente escondidas. Foram necessárias técnicas mais complexas de invasão já que o grupo que acompanhava Gonquer era pequeno em número, impossibilitando qualquer confronto direto.

O resultado de tudo isso foi que a recém-nascida Rumú acabara sendo cremada e Laponiel Sezano foi levado arrastado até a cabana do rei, onde foi fortemente repreendido. Peque Mugi-Doul, historiador do 2º Século AEC relata que foram incluídos castigos físicos, típicos de pai para filho. Daí, Gonquer Zá-Sezano enviou o filho à Tronédia, a capital trophana, fortemente escoltado para que se impedisse qualquer outra desastrosa fuga.