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A ameaça protariana

O exército indestrutível

Estar Laponiel dominado não significou paz à Goquer Zá-Sezano e toda Trophir. Eis que uma terrível ameaça passou a pairar sobre o império trophano...

Enquanto Gonquer Zá-Sezano preocupava-se com a obediência de seu futuro sucessor, Trophir se enfraquecia aos poucos, sendo em exército ou economia. Essa despreocupação de seu rei com seu povo faria com que uma brecha surgisse e facilitasse qualquer invasão de povos hostis contra a nação. Repentinamente muitas cartas chegaram ao rei. Suas cidades-fortalezas enviaram-lhe um alerta sobre rumores de que os terríveis saques feitos contra suas "midrantes" (principais cidades-fortalezas) não eram feitos por rebeldes descontentes, mas sim por um império poderoso e muito bem organizado, denominado Protar.

Bolibama Tílio II, seu atual rei, não era um bom estrategista, mas seus ataques em massa eram feitos de tal forma que muitos povos que lhe enfrentaram foram subjugados devido à agressividade que seus soldados expressavam nas suas batalhas. Quando uma cidade resistia fortemente era costume dos protarianos comprar exércitos de mercenários e corsários estrangeiros, que sem medo algum de morrer, abriam caminho para que seus esmagadores ataques saíssem sempre bem sucedidos. Usando essa técnica, Fênio Oprah, um dos generais de Tílio II, tentava capturar uma poderosa midrante, a saber, a Midrante Donal.

A principal especialidade das midrantes era impedir qualquer exército estrangeiro de explorar a vulnerabilidade dos rios trophanos que contornavam perigosamente uma boa parte de Trophir. Apenas as cidades-fortalezas e as midrantes eram fortificadas o suficiente para rechaçar invasões inimigas, as outras cidades trophanas poderiam ser facilmente subjugadas. Se Fênio Oprah e seus exércitos protarianos e mercenários conseguissem derrubar as midrantes seria o fim do reinado trophano de Gonquer Zá-Sezano. Tal terrível ameaça não poderia ser mais tolerada.
Sabendo da situação crítica que o atordoava Gonquer estava perplexo e atônito, pediu que ao seu general que incumbiu de comandar a Midrante Donal fosse enviada uma carta ordenando que não mais tentasse vencer a batalha à força, mas antes estudasse a tática de guerra usada por seus inimigos. Seguindo as ordens do rei, Pru-Sidério Pertutiano, comandante da Midrante Donal, descobriu que os protarianos veneravam muito uma gigante estátua de esmeralda maciça erigida no seu acampamento com a face de seu rei,constantemente a louvando com as seguintes palavras: "A força vem do rei, sem ele não somos nada". Com os muros já enfraquecidos, a Midrante Donal não poderia suportar mais ataques de nenhuma espécie, e no seu acampamento Fênio Oprah planejava capturar a cidade ao amanhecer. Desesperado Pru-Sideério levou consigo o que sobrara de seu exército e sorrateiramente entrou no acampamento protariano com o objetivo de destruir a gigante estátua de Tílio II. Ao amanhecer ouviram-se gritos e todo o acampamento protariano estava em grande confusão. Pru-Sidério havia entendido um importante detalhe: a estátua de Tílio II dava aos seus soldados uma incrível força inexplicável, pois os exércitos protarianos acreditavam que mesmo quando Tílio II não estava presente sua estátua de esmeralda os conferia essa força. Por fim, destruída a estátua, fora destruída também toda a coragem dos soldados de Tílio II, que dispararam covardemente um para cada canto.

A ameaça protariana ainda não estava terminada, apenas fora adiada para alguns anos mais á frente.

          ESTÁTUA DOS ACAMPAMENTOS PROTARIANOS